quinta-feira, 9 de julho de 2015

Punção venosa para administração de soro - Técnicas Básicas de Enfermagem



        Quando analisamos cada etapa envolvida na administração de medicamentos intravenosos, percebemos que a Enfermagem é responsável pela etapa final e propriamente dita do processo de "administrar" a medicação ao paciente. Sua responsabilidade está além de fornecer líquidos ou aplicar medicações via parenteral (pela veia), mas, envolve uma série de conhecimentos e atitudes inter-relacionadas sobre os medicamentos;e com informações corretas e atualizadas sobre o paciente.
        É necessário que cada profissional siga corretamente o protocolo de administração de medicações, que jamais negligencie, ou seja "pule" nenhuma etapa, para garantir a acertividade de suas ações de forma segura, e sem perder tempo nem recursos materiais.
        O ato de "instalar um determinado soro no paciente" envolve diversas etapas que precisam ser cumpridas:
        _ Primeiramente, o profissional deve observar atentamente todos os itens prescritos para o determinado paciente em seu turno;
        _Realizar a leitura e conferir junto a Enfermeira todos os itens prescritos para cada horário, e "tirar quaisquer dúvidas, seja sobre o horário, a dose ou o modo de preparo e administração das medicações;
       _Transcrever, ou seja, escrever em um papel ou formulário apropriado " o que está prescrito " para que ele se organize e não deixe de administrar nenhuma medicação cumprindo corretamente todos os certos: o paciente certo,  o medicamento certo, a dose certa, a via certa,  os horários certos, a diluição certa, a instalação certa, tudo precisar ser "antes" e "durante" conferido pelo profissional.
        _ Se é uma medicação por via intravenosa, antes de tudo, é preciso assegurar-se de que o acesso venoso do paciente está pérvio e sem sinais flogísticos, ou, caso ainda não esteja com acesso, deverá, antes de tudo, puncionar um acesso e mantê-lo salinizado com pressão positiva*.
        _Após transcrever para si e preparar também um rótulo para a medicação com todos os dados necessários (nome completo do paciente, leito, data de nascimento, medicação, horário de início, quantidade de ml/hr ou gotas por minuto), então o profissional já deve preparar todos os materiais que serão necessários para administrar a medicação (aqui em nosso caso, estamos falando de um soro);
        _Fazer o preparo da medicação de acordo com a prescrição médica e seguindo a técnica de preparo de medicamentos;
        _Administrar a medicação propriamente dita;
        _Checar na Prescrição médica;
        _ Realizar a anotação de enfermagem sobre o procedimento.
        _Deixar o local organizado e o paciente confortável, assegurando-se de que esteja tudo bem.

* Pressão Positiva: Técnica utilizada pela enfermagem para impedir que o sangue reflua em um catéter e venha, por ventura, obstruir um catéter. Para realizá-la:
_Prepare uma seringa com soro fisiológico (para catéter periférico neonatal, use a de 1 ml, para adultos e crianças maiores pode ser de 5 ml ou outra, mas, atenção, para permeabilizar catéter PICC use somente seringa de 10 ml);Conecte a seringa (sem agulha) em uma das vias do polifix conectado ao catéter e abra seu clamp,  e infunda o soro e, ao mesmo tempo em que infunde feche o clampe da extensão novamente, isso faz a pressão positiva no catéter, pois o mantém preenchido com SF0,9% impedindo que o sangue reflua da luz da veia para o catéter obstruindo-o.

Instalação de dispositivo venoso Técnicas Básicas de Enfermagem



        A técnica de punção venosa periférica consiste em utilizar um dispositivo venoso (Catéter sobre Agulha (catéter flexível ou jelco) ou catéter agulhado (Scalp) para "puncionar" ou seja, perfurar a parede da veia periférica selecionada previamente, ficando este dispositivo alocado na "luz da veia" sendo fixado externamente com uma cobertura que garanta sua posição e proteção, através da cobertura escolhida para fixar o catéter (exemplo steri strip, ou tiras de micropore) e para cobrir o local da inserção (filme transparente apropriado). É uma técnica que exige conhecimentos de anatomia e fisiologia da rede venosa e da técnica propriamente dita, além de habilidade prática (há profissionais que apresentam mais habilidade "manual", enquanto outros, necessitam de mais treinamento), porém, se há uma técnica, sempre que o profissional consegue realiza-lá corretamente, terá grandes chances de sucesso, logo na primeira tentativa de inserção do dispositivo na veia. Também é muito importante lembrar que, não só a punção, mas a fixação e manutenção do catéter na veia são imprescindíveis. A  lavagem com fluches do SF 0,9% ou outra solução recomendada pela instituição para manter a permeabilidade do acesso e a observação constante por parte do profissional para ver se há sinais flogísticos ou de infiltração no local do acesso venoso são ações que devem ser rigorosamente cumpridas para garantir que o paciente receba a medicação previamente prescrita e preparada com segurança. Este vídeo também faz parte do Programa Boas Práticas de Enfermagem da SPDM, este vídeo está disponível no you tube.

Higienização das Mãos - Técnicas Básicas de Enfermagem



        A primeira "técnica" que todo profissional da área de Saúde, e, principalmente os da área da Enfermgem (que prestam cuidados diretos aos pacientes) devem realizar, antes e após o contato com o paciente, é a lavagem correta das mãos.
        A lavagem das mãos é a primeira barreira contra infeccções, é a barreira mais preventiva, e jamais deve ser ignorada, pois, quantas vezes acontecem, por exemplo infeccções cruzadas, e/ou sepses tardias, que sempre terão, de alguma forma, sua causa atribuída a falta de higienização constante e correta dos profissionais de saúde. "Nós somos responsáveis" por prevenir as infecções, caso ignoremos a "primeira barreira que devemos manter" que é "a lavagem das mãos na técnica", estaremos dando brecha para a ocorrência de agravos a saúde dos nossos pacientes. A técnica precisa ser seguida pois foi elaborada com base em estudos científicos sobre controle e prevenção de infecções hospitalares. Assista essa primeira de várias outras vídeo aulas sobre temas relacionados "as técnicas básicas de Enfermagem" que foram criadas pelo Programa Sua Saúde na Rede pelo Canal no you tube da SPDM. São vídeos muito enriquecedores para aqueles que buscam aprimoramento e atualização na prestação de cuidados de enfermagem.

domingo, 3 de maio de 2015

Modos de Ventilação: Ventilação modo CPAP - não invasiva

Uma das técnicas de administração de oxigênio ao recém nascido de forma não invasiva,é através do CPAP (Pressão Positiva contínua das vias respiratórias).
A aplicação da pressão positiva contínua das vias respiratórias (CPAP), consiste, segundo TAMEZ:

"o CPAP consiste na administração da mistura de oxigênio e ar comprimido sobre pressão contínua, através de dispositivos nasais, aumentando a capacidade funcional residual pulmonar e reduzindo a resistência vascular pulmonar, melhorando a oxigenação. Esse método mantém pressão positiva nas vias aéreas durante a fase expiratória, permitindo uma eficiente distensão dos alvéolos. Também diminui a resistência supraglótica, previne atelectasia, aumenta a estabilidade da parede torácica, melhora a capacidade funcional residual e reduz episódios de apneia no recém nascido prematuro, e , nos neonatos de baixo peso, o CPAP nasal reduz a incidência de barotrauma provocado pela ventilação mecânica."
Há uma tendência atual para a autilização do CPAP nasal a partir do nascimento, para todos os prematuros > 28 semanas de gestação que respirem espontâneamente, e estáveis. Se houver necessidade de intubar, a surfactante é administrado e, após 10 a 15 min, tempo suficiente para a absorção do mesmo, o paciente é extubado e colocado na CPAP nasal.

Métodos de CPAP nasal:

_ CPAP nasal tubo curto;
_ CPAP nasal tubo longo;
_ Máscara nasal.

Tabela de recomendação do tamanho da pronga em relação ao peso:


Peso Nº de Pronga

< 700 gramas 0 700 gr – 1 kg 1 1-2 kg 2 2-3 kg 3 > 3 kg 4


DIRETRIZES PARA MONTAR O SISTEMA DE CPAP NASAL: O sistema de CPAP nasal consta básicamente de três componentes: uma fonte de fluxo contínuo de gases (pode ser o fluxômetro do aparelho de ventilação mecânica ou os fluxômetros de parede), uma peça de conexão com o paciente (são as prongas nasais) e um resistor gerador de pressão (pode ser a válvula exalatória do aparelho de ventilação mecânica ou o sistema de selo d agua).
Segundo Paulo Margotto:



Montar um sistema de VNI neonatal é bastante simples. Precisam-se apenas de um sistema de CPAP nasal e de um ventilador convencional de fluxo contínuo, ciclado a tempo e limitado a pressão (Inter 3, Inter 5, Inter Neo, Dixtal,etc). Estes respiradores representam a maioria dos respiradores neonatais.
Quem faz CPAP nasal no aparelho de ventilação mecânica, sem usar frasco de selo de água, deve montar de maneira idêntica para fornecer VNI.
Aqueles que nunca usaram o ventilador para fornecer CPAP, podem montar o sistema de VNI da seguinte forma:
O ventilador mecânico é conectado nas fontes de ar comprimido e oxigênio como é habitual. Do copo umidificador, ao invés de sair o ramo inspiratório usado em ventilação mecânica, sai a mangueira inspiratória do CPAP. Para adaptar a mangueira inspiratória com o copo, é necessário um conector de 22 mm (ver figura 1).
Fig 1: Perceba nesta foto a Mangueira inspiratória corrugada adaptada ao frasco umidificador por conector de 22mm .

A mangueira inspiratória irá conectada a pronga nasal como é habitual. Da pronga nasal sairá a mangueira exalatória do sistema ( ver figuras 2 e 3)

A mangueira exalatória do CPAP é adaptada na entrada da valvula PEEP do aparelho de ventilação mecânica, exatamente no local onde se adapta o ramo exalatório quando se monta para ventilação mecânica. Para adaptar a mangueira exalatória do CPAP com a entrada da válvula PEEP é necessário um adaptador de 22 mm (ver figura 4).

A linha de monitoração de pressão vem inclusa nos kits de prongas nasais. Uma extremidade desta linha deve ser conectada no local específico do ramo exalatório do circuito (ver figura 5). A outra extremidade é conectada no local de medida da pressão do aparelho de ventilação mecânica (ver figura 6).

Resumidamente, as "Intervenções de Enfermagem na Instalação do CPAP nasal neonatal", são:

_ Lavagem das mãos;
_Montagem do circuito conforme visto;
_Conecção do circuito ao ventilador de modo asséptico;
_No ventilador, manter o umidificador aquecido entre 32 e 36 graus celsius;
_Antes de posicionar a pronga do CPAP no RN, aspire as vias aéreas superiores;
_Cuidadosamente, ajuste a pronga nasal nas narinas do recém nascido;
_Observe e mantenha a cânula nasal da pronga corretamente posicionada nas narinas, verificação constante;
_Observação constante da pele ao redor do dispositivo nasal e de fixação;
_Mantenha o recém nascido tranquilo, agrupe os cuidados, se nessário e conforme prescrição médica, administre sedativos e analgésicos e oxigênio.
_Mantenha o recém nascido com sonda orogástrica, pois é comum a distensão abdominaldurante o uso do CPAP devido a entrada de ar no estômago, assim, manter a sonda orogástrica aberta promove a descompressão com redução da distensão e desconforto, facilitando a expansão torácia;
_Coleta de gasometria arterial 30 minutos após o início da CPAP (segundo prescriçãomédica).

Ventilação Mecânica em Neonatologia _ Parte 1

ventilação Mecânica é a oferta de oxigênio através de um equipamento denominado "Ventilador Mecãnico" que pode estar conectado a uma cânula endotraqueal, quando o Neonato esta intubado, que chamamos de método de ventilação mecãnica invasiva, ou ainda, o ventilador mecãnico pode estar programado para oferecer a ventilação mecânica não invasiva, no tipo CPAP, veremos com mais detalhes cada um desses tipos de ventilação mais adiante.

A Ventilação mecânica é utilizada nos recém nascidos quando ocorrem alterações na habilidade dos pulmões de manter a ventilação adequada. Entre as causas mais comuns para o uso da ventilação Mecãnica em neonatos segundo TAMEZ (2013), estão:

"_ Problemas neurológicos (apnéia da prematuridade, hemorragia intraventricular, anormalidades congênitas neurológicas, depressão respiratória por medicações)."
"_Mau funcionamento das funções pulmonares (imaturidade pulmonar, infecções/pneumonia, edema pulmonar, lesão pulmonar decorrente de asfixia, sindrome de aspiração de mecônio ou SAM, malformações congênitas que limitem o desenvolvimento dos pulmões)."
"_Comprometimento cardiovascular (cardiopatias congênitas, hipertensão pulmonar persistente, patência do ducto arterioso, policitemia)";
"_Obstrução das vias aéreas respiratórias (atresia coanal, síndrome de Pierre-Robin)."
_"Problemas Metabólicos (hipoglicemia, hipotermia, acidose metabólica)".

Terminologia Utilizada em Ventilação Mecânica

_ PEEP ou Pressão Positiva no final da Expiração: pressão de distensão contínua, a pressão é preestabelecida e mantida nos pulmões durante a expiração; o colapso alvéolar é comum no neonato em função do menor número e tamanho dos alvéolos. Valores indicados: 4 a 7 cm H2O;

_Frequência: é a frequência com que o fluxo de mistura de gases será enviado ao paciente através do ventilador;

_MAP ou Pressão média das Vias respiratórias: É a média de pressão aplicada aos pulmões durante o ciclo respiratório. As mudanças que se fazem nos parâmetros do ventilador afetam a pressão média das vias respiratórias. Vêm influenciar esse parâmetro: o fluxo, a pressão inspiratória máxima (PIP) e a PEEP;

_ PIP, PINSP ou Pressão inspiratória Máxima: Esse parâmetro reflete a pressão positiva máxima que chega ao paciente na inspiração, que infla os pulmões, controlando o volume corrente que, no neonato deve estar entre 4 e 6 ml/Kg). Parâmteros indiciados: 15 a 25 cm H2O;

_IT ou Tempo Inspiratório: é o tempo que o ventilador dispõe para a inspiração; a quantidade de fluxo que segue para os pulmões, em um período definido, controla o volume corrente. Recomenda-se um IT de 0,3 a 0,4 segundos;

_Fluxo: o fluxo mínimo deve ser 2 a 4 vezes a ventilação minuto do paciente. Recomenda-se um fluxo entre 4e 10l/min;

_ FiO2 ou Fração inspirada de Oxigênio: é a porcentagem de oxigênio administrada, que varia de 21 a 100%.

Antes de continuarmos com outros tópicos, assiste a dois vídeos muito importantes sobre Ventilação Mecãnica Neonatal:
_Um vídeo que explica tudo sobre o funcionamento do Inter Neo Plus, que é um Ventilador muito utilizado na UTI Neonatal e outro, expecificamente sobre as partes e a montagem de um "Circuito de Ventilação Mecânica".



Entenda Também como montar o "Circuito" de ventilação Mecânica Invasiva:



Nos próximos Posts sobre Ventilação Mecânica neonatal aprenderemos mais sobre o tema.

Exame do Pezinho


O Teste do Pezinho é um exame rápido de prevenção que coleta gotinhas de sangue do calcanhar do bebê com a finalidade de impedir o desenvolvimento de doenças que, se não tratadas, podem levar à Deficiência Intelectual e causar outros prejuízos à qualidade de vida das pessoas. 
TIPOS DE TESTES DO PEZINHO DA APAE DE SÃO PAULO:

Teste do Pezinho Básico:
Composto por seis diagnósticos: Fenilcetonúria, Hipotireoidismo Congênito, Anemia Falciforme (e demais Hemoglobinopatias), Fibrose Cística, Deficiência de Biotinidase e Hiperplasia Adrenal Congênita. 

Teste do Pezinho MAIS:
Além do que se detecta no teste básico, inclui mais quatro diagnósticos: Deficiência de G-6-PD, Galactosemia, Leucinose e Toxoplasmose Congênita.

https://www.youtube.com/watch?v=JE7275iZmsk
Este Link é para um vídeo sobre como é feita a coleta do Teste do Pezinho.


Medicações Administradas em Bureta


A administração de medicações em bureta* é um método para controle de volume que permite fornecer um volume de líquido relativamente pequeno e em quantidades exatas, no caso da neonatologia, pediatria e em clínicas para adultos, onde são usadas várias medicaçõesque requerem rediluição, são elas:
_ Amicacina;
_Aminofilina;
_Gentamicina;
_Penicilina;
_Clindamicina, entre outras.
A rediluição** dessas medicações pode ser feita com soro fisiológico 0,9% ou soro glicosado a 5%, de acordo com a prescriçãomédica.

* A bureta é um dispositivo utilizado para administrar medicações em pequenos volume e que necessitem de um rigoroso controle de seu volume com exatidão.
Esta é a bureta

** A rediluição de medicamentos é utilizada em Neonatologia e Pediatria, por apresentarem prescrições médicas com doses que são calculadas por meio do peso ou superfície corporal da criança. Rediluir consiste em diluir o medicamento dentro do padrão de costume, avaliar quanto contém em cada ml, aspirar 1 ml e rediluir em 9 ml de água destilada, quantas vezes forem necessárias para que possamos aspirar a dose prescrita com exatidão.

"Procedimento e Material para o preparo da Medicação diluída em bureta"
_ Higienizar as mãos;
_ Separar o material necessário: Soro e/ou ampolas de soluções de acordo com a prescrição médica;
_Seringa para aspirar as soluções prescritas: avalie o volume de medicação para determinar a seringa;
_Agulhas 40/12 para aspirar a medicação;
_Algodão e álcool;
_Equipo bureta (microgotas).

"Preparando a medicação em Bureta"

_ Retire o equipo da Embalagem;
_Feche a pinça rolete;
_Abra o soro no local indicado, após ter fewito a desinfecção com álcoll a 70%;
_Retire a capa protetora da ponteira da conexão da cãmara do equipo;
_Conectar a ponteira do equipo no soro, com técnica asséptica para que não ocorra contaminação;
_ Retire o ar da extensão do equipo, drenando o soro pelo equipo;
_ Identifique o soro com com o rótulo contendo as informações necessárias (do paciente e da medicação);
_Identifique o equipo de soro com data, para que ocorra a sua troca de acordo com o protocolo da instituição;
_Colocar o soro no suporte devidamente identificado;
_Preencha a bureta com soro;
_Faça desinfecção com álcool a 70% no orifício de silicone da bureta;
_Injete o medicamento, posicionando a agulha na parede interna da bureta;
_Complete o volume de diluente prescrito;
_Comunique ao paciente e/ou ao seu responsável se presente, o que será realizado;
_Conecte o equipo no dispositivo venoso;
_Calcule quantas microgotas serão administradas por minuto;
_ Inicie a infusão da solução prescrita;
_Lave as mãos;
_ Realize a checagem da medicação na prescrição médica e a anotação de enfermagem do procedimento;

Cursos Iped todas as áreas