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sexta-feira, 7 de agosto de 2015
CONHECENDO A REDE DE FRIO E A SALA DE VACINAS
Conforme o Manual de Procedimentos de Vacinação do MS de 2014, sobre as rotinas de Sala de Vacinas, para a organização e realização do trabalho diário em Sala de Vacinas é necessário:
"1 Início do trabalho diário
Antes de dar início à atividade de vacinação propriamente dita, a equipe deve adotar os
seguintes procedimentos:
• Verificar se a sala está limpa e em ordem.
• Verificar a temperatura do(s) equipamento(s) de refrigeração, registrando-a no mapa de registro
diário de temperatura.
• Verificar ou ligar o sistema de ar-condicionado.
• Higienizar as mãos, conforme a técnica preconizada.
• Organizar a caixa térmica de uso diário.
• Separar os cartões de controle dos indivíduos com vacinação aprazada para o dia de trabalho ou
consultar o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) para verificar
os aprazamentos.
• Retirar do equipamento de refrigeração as vacinas e separar os diluentes correspondentes na
quantidade necessária ao consumo na jornada de trabalho, considerando os agendamentos
previstos para o dia e a demanda espontânea.
• Organizar vacinas e diluentes na caixa térmica, já com a temperatura recomendada, colocandoos
em recipientes.
- Atentar para o prazo de utilização após a abertura do frasco para as apresentações em multidose.
- Organizar sobre a mesa de trabalho os impressos e os materiais de escritório.
Procedimentos anteriores à administração do imunobiológico
Antes da administração do imunobiológico, os seguintes procedimentos devem ser adotados:
• Se o usuário está comparecendo à sala de vacinação pela primeira vez, abra os documentos
padronizados do registro pessoal de vacinação (cartão ou caderneta de vacinação ou mesmo
cartão-controle) ou cadastre o usuário no SI-PNI.
• No caso de retorno, avalie o histórico de vacinação do usuário, identificando quais vacinas devem
ser administradas.
• Obtenha informações sobre o estado de saúde do usuário, avaliando as indicações e as possíveis
contraindicações à administração dos imunobiológicos, evitando as falsas contraindicações,
conforme orientação do Manual do Ministério da Saúde relativa a cada
imunobiológico especificamente.
• Oriente o usuário sobre a importância da vacinação e da conclusão do esquema básico de acordo
com o grupo-alvo ao qual o usuário pertence e conforme o calendário de vacinação vigente.
• Faça o registro do imunobiológico a ser administrado no espaço reservado nos respectivos
documentos destinados à coleta de informações de doses aplicadas.
• Na caderneta de vacinação, date e anote no espaço indicado: a dose, o lote, a unidade de saúde
onde a vacina foi administrada e o nome legível do vacinador, conforme orientação do MS.
• O aprazamento deve ser calculado ou obtido no SI-PNI e a data deve ser registrada com lápis na
caderneta de saúde, no cartão de vacinação e no cartão-controle do indivíduo.
Notas:
• O aprazamento é a data do retorno do usuário para receber a dose subsequente da vacina, quando
for o caso.
• Os instrumentos de registro pessoal de doses aplicadas de imunobiológicos são disponibilizados
com os nomes de passaporte de vacinação, caderneta de saúde, cartão de vacinação, cartões de
clínicas privadas.
Para o controle por parte da equipe de vacinação, a unidade de saúde deve manter o cartão-controle
ou outro mecanismo para o registro do imunobiológico administrado. Tal instrumento deverá
conter os mesmos dados do cartão de vacinação do usuário, isto é, identificação, data, vacina/
dose administrada, lote e nome do vacinador.
• Com a implantação do registro nominal de doses aplicadas (no SI-PNI), que inclui dados pessoais
e de residência, o cartão-controle poderá ser progressivamente desativado.
• Faça o registro da dose administrada no boletim diário específico, conforme padronização.
• Reforce a orientação, informando o usuário sobre a importância da vacinação, os próximos
retornos e os procedimentos na possível ocorrência de eventos adversos, conforme orientação dada
nas Partes IV e V deste Manual, na descrição do procedimento relativo a cada imunobiológico.
Administração dos imunobiológicos
Na administração dos imunobiológicos, adote os seguintes procedimentos:
• Verifique qual imunobiológico deve ser administrado, conforme indicado no documento pessoal
de registro da vacinação (cartão ou caderneta) ou conforme indicação médica.
• Higienize as mãos antes e após o procedimento NA TÉCNICA CORRETA.
• Examine o produto, observando a aparência da solução, o estado da embalagem, o número do
lote e o prazo de validade.
Notas:
• O exame do imunobiológico pode ser feito logo no início das atividades diárias, pela manhã, ao
separar os produtos para o dia de trabalho.
• O exame não exclui a observação antes do preparo de cada administração.
• Observe a via de administração e a dosagem.
• Prepare o imunobiológico conforme orientação dada na
descrição dos procedimentos específicos relativos a cada imunobiológico encontradas no "Manual de Procedimentos em vacinação" do M.S. de 2014 que é a fonte de consulta deste conteúdo.
• Administre o imunobiológico segundo a técnica específica do mesmo, uma vez que cada imunobiológico tem seu modo de armazenar, de preparar, tem uma via, uma dose e um aprazamento específico, conforme consta nos Calendários vacinais de cada público alvo.
• Observe a ocorrência de eventos adversos pós-vacinação.
• Despreze o material utilizado na caixa coletora de material perfurocortante.
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Ciência Bella - Onde as Ciências da Saúde e da Beleza andam juntas, são sinérgicas.
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15:36
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IMUNIZAÇÃO E ATUALIZAÇÕES - DICAS PROF NATALE SOUZA
O assunto principal desta vídeo aula é o detalhamento das vacinas do calendário vacinal, principalmente das crianças, com destaque para todas as vacinas "novas" que passaram a integrar esse calendário.
Quem desejar conhecer mais profundamente o tema Imunização e Sala de Vacinas, eu indico o curso da prof. Natale que é excelente, com o conteúdo em PDF e o mesmo todo explicado por diversas vídeo-aulas, disponível pelo site:
http://www.concursosenfermagem.com/
O conhecimento sobre as rotinas de Enfermagem em Sala de Vacinas é muito importante, principalmente para os profissionais que desejam atuar ou que já atuam na Rede de Atenção Básica de Saúde, que compreende as UBS's (Unidades Básicas de Saúde) e também, para aqueles que buscam aprovação em concursos públicos nesta área, porisso, decidi compartilhar aqui essa video aula da prof. Natale Souza que traz o tema atualizado para nós que estamos nos preparando e buscando aprimoramento profissional.
"Vacinação" pode ser:
_Vacinação de rotina;.
_Campanha de vacinação;
_Bloqueios Vacinais;
Abaixo, um breve "resumo das vacinas do Calendário Vacinal da Criança", sendo que as que forem "novas" estarão destacadas em negrito:
1. Vacina BCG - via intradérmica - dose 0,1 ml - local: inserção inferior do músculo deitóide direito - dose única ao nascer (ou, o mais precocemente possível, assim que a criança atingir 2Kg de peso) - é feita de bacilos atenuados para proteger contra a Tuberculose.
2. Vacina Hepatite B - via intramuscular - dose 0,5 ml - local: músculo vasto lateral da coxa - 1a dose ao nascer (feita com a vacina monovalente, a finalidade é que a criança incicie a produção de anticorpos contra o vírus da Hepaptite B.
* Obs.: Quando se fala de "esquema vacinal", quer dizer que, para uma criança ou adulto estar realmente "imunizada", ou seja, ter anticorpo pronto suficiente para a proteger de determinada doença, ela necessita completar todo o esquema vacinal daquela determinada vacina. Cada vez que ela recebe uma dose da vacina, ela é considerada vacinada, mas, só estará imunizada quando completar todo o esquema vacinal.
3.Vacina Pentavalente (DTP/Hib/ HepB. Protege contra a difteria, o tétano, a coqueluche, o vírus Haemophilus Influenza B, e a hepatite B) - é aplicada via intramuscular em vasto lateral da coxa. Tem 3 doses e dois reforços. As doses são aos 2, 4 e 6 meses (com a Pentavalente) e os reforços com 15 meses e 4 anos não mais com a vacina Penta, mas com a vacina DTP (pois os esquemas da imunização da Hepatite B e do Influenza B já se completam aos 6 meses).
4. VIP (Vacina Inativada contra Poliomielite) - é feita via intramuscular, também em vasto lateral da coxa. Seu esquema completo é chamado de "VIP, VIP, VOP, VOP". Aos 2 e 4 meses, a criança receberá a vacina tipo VIP (injetável).
5. VOP (Vacina Oral (atenuada)contra a Poliomielite)- 3 dose (via oral aos 6 meses) e reforço aos 15 meses com VOP (além das vacinas de campanha contra Poliomielite para crianças acima de 6 meses que também são com a vacina tipo VOP.
6.VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) - é monodose, a criança a recebe aos 2 e 4 meses, protege contra formas graves de diarréia.
7. Vacina Pneumocócica 10 valente, a criança recebe aos 2, 4, e 6 meses (são três doses) e um reforço aos 12 meses.
8. vacina contra Febre Amarela, é administrada a parir do 6 mês dependendo da zona end~emica, em São Paulo, é no 9 mês. Esta vacina tem uma soroconversão (a capacidade de estimular a produção de anticorpos contra determinada doença), muito boa, portanto, a pessoa permanece protegida por bastante tempo. O reforço para as crianças que tomam a primeira dose aos 9 meses é aos 4 anos.
9. TetraViral - É uma vacina que incorporou mais uma doença, a catapora. Então, antes tinhamos a tríplice viral, agora a tetra viral que protege contra: Sarampo, Rubéola, Caxumba e Catapora. ´E feita aos 15 meses que é chamada a "idade dos reforços vacinais".
10. DTP (tríplice bacteriana) protege contra a difteria, coqueluche (Pertussis) e Tétano)serve como reforço da Pentavalente. A DTP é administrada aos 15 meses e aos 4 anos.
11. Vacina Meningocócica Conjugada C - É administrada aos 3 e 5 meses e seu reforço é aos 15 meses.São, portanto, duas doses e um reforço. É feita via intramuscular, também no músculo vasto lateral da coxa.
12. Vacina Contra a hepatite A - aos 12 meses (dose única).
13. Influenza - vacina sazonal, ou seja, todo o ano esta vacina recebe modificações de acordo com alterações dos vírus. É administrada em crianças de 6 meses a menores de 5 anos.
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Ciência Bella - Onde as Ciências da Saúde e da Beleza andam juntas, são sinérgicas.
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10:40
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