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quarta-feira, 27 de julho de 2011
enfermagem anatomia 1
Este vídeo do YouTube de uma aula de anatomia do sistema digestório para enfermagem é um video que gosto muito para estudar, porisso estou postando no blog.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Técnicas Básicas 2 - Coleta de Sangue Venoso
Introdução
Dica especial: Para ter acesso a um projeto didático completo sobre Terapia de Infusão Intravenosa, indico este da Dr. em Enf. Denise Costa Dias da UNIOESTE - Acesse pelo link:
Introdução
Uma técnica que a enfermagem realiza rotineiramente seja em hospitais, clínicas ou laboratórios onde atua, porisso é de grande importância conhecer os pormenores da técnica, que recebe mudanças ou adaptações de acordo com o propósito para o qual é realizada. Basicamente, pode-se dizer que uma punção venosa é realizada por dois motivos de base principais:
- Coletar amostras de sangue para exames (diversos);
- Administrar medicamentos ou Venóclise (infusão, Terapia Intravenosa)
Assim sendo, quando realizamos uma punção venosa num paciente, ou iremos "retirar" amostras de seu sangue, ou iremos "colocar", "infundir" ou "adminsitrar" algo diretamente em sua corrente sanguínea esse é o ponto de partida a considerarmos, além disso temos que considerar vários outros fatores, tais como: idade do paciente, estado geral, tempo de permanência desse "acesso venoso", o que será infundido ou pra quais tipos de exames o sangue será coletado, são todas variáveis a considerar quando puncionamos uma veia, pois só então, poderemos escolher o melhor tipo de dispositivo intravenoso ( jelco, scalp, seringa e agulha, sistema vácuo, etc.) para a realização desse procedimento. Pausa...
Antes de quaisquer procedimentos e após, LAVAR AS MÃOS NA TÈCNICA!!!!!!
:
Da Esquerda para a Direita:
Jelco 16: Adolescentes e Adultos, cirurgias importantes, sempre que se deve infundir grandes quantidades de liquidos. Inserção mais dolorosa, exige veia calibrosa.
Jelco 18: Crianças mais velhas, adolescentes e adultos. Administrar sangue, hemoderivados e outroas infusões viscosas. Inserção mais dolorosa, exige veia calibrosa.
Jelco 20: Crianças, adolscentes e adultos. Adequado para a maioria das infusões venosas de sangue e outras infusões venosas (hemoderivados).
Jelco 22: Bebês, crianças, adolescentes e adultos (em especial, idosos). Adequado para a amioria das infusões. É mais fácil de inserir em veias pequenas e frágeis, deve ser mantida uma velocidade de infusão menor. Inserção difícil, no caso de pele resistente.
Jelcos, 24 e 26: RN's, bebês, crianças, adolescentes e adultos (em especial, idosos). Adequado para a maioria das infusões, mas a celocidade de infusão deve ser menor. É ideal para veias muito estreitas, por exemplo, pequenas veias digitais ou veias internas do antebraço em idosos.
Antes de quaisquer procedimentos e após, LAVAR AS MÃOS NA TÈCNICA!!!!!!
:
Coloque as luvas de procedimento antes de realizar a punção para sua proteção, e vamos ao procedimento propriamente dito de coleta de sangue.
As luvas devem ser calçadas com cuidado para que não rasguem, e devem ficar bem aderidas à pele
para que o flebotomista não perca a sensibilidade na hora da punção.
Antissepsia do local da punção:
• Recomenda-se usar uma gaze com solução de álcool isopropílico ou etílico 70%, comercialmente
preparado.
• Limpar o local com um movimento circular do centro para a periferia. Procedimento de Coleta de Sangue Venoso
As recomendações adotadas a seguir baseiam-se nas normas da NCCLS
Clinical Laboratory Standards)(National Committee for, atualmente denominada CLSI, bem como na experiência dos autores.A escolha do local de punção representa uma parte vital do diagnóstico. Existem diversos locais
que podem ser escolhidos para a venopunção, apontados abaixo nas figuras 3 e 4.
Embora qualquer veia do membro superior que apresente condições para coleta possa ser
puncionada, as veias basílica mediana e cefálica são as mais freqüentemente utilizadas. A veia
basílica mediana costuma ser a melhor opção, pois a cefálica é mais propensa à formação de
hematomas.
Já no dorso da mão, o arco venoso dorsal é o mais recomendado por ser mais calibroso, porém
a veia dorsal do metacarpo também poderá ser puncionada. • Áreas com terapia ou hidratação intravenosa de qualquer espécie.
• Locais com cicatrizes de queimadura.
• Membro superior próximo ao local onde foi realizada mastectomia, cateterismo ou qualquer
outro procedimento cirúrgico.
• Áreas com hematomas.Fístulas artério-venosas.
• Veias que já sofreram trombose porque são pouco elásticas, podem parecer um cordão e têm
paredes endurecidas.
• Pedir para o paciente abaixar o braço e fazer movimentos suaves de abrir e fechar a mão.
• Massagear delicadamente o braço do paciente (do punho para o cotovelo).
• Fixação das veias com os dedos nos casos de flacidez.
• Equipamentos ou dispositivos que facilitam a visualização de veias ainda não são de uso rotineiro
e são pouco difundidos.
É importante que se utilize adequadamente o torniquete, evitando-se situações que induzam ao erro
diagnóstico (como hemólise, que pode elevar o nível de potássio, hemoconcentração, alterações na
dosagem de cálcio, por exemplo), bem como complicações de coleta (hematomas, parestesias). Portanto,
recomenda-se:
• Não usar o torniquete continuamente por mais de 1 minuto, já que poderia levar à hemoconcentração
e falsos resultados em certos analitos.
• Ao garrotear, pedir ao paciente que feche a mão para evidenciar a veia.
• Não apertar intensamente o torniquete, pois o fluxo arterial não deve ser interrompido. O pulso deve
A Bandeja de Punção Venosa deve conter basicamente os seguintes materiais:
- algodão com e sem alcool a 70%
- Rótulos pré identificados com os dados do paciente para identificar os tubos que receberão as amostras de sangue;
- Luvas de procedimento;
- Requisição dos exames;
- bandagem adesiva;
- Descarpack para pérfuro cortantes
- Dispositivo intravenoso apropriado, podendo ser jelco, scalp, seringa e agulha, ou sistema a vacuo.
- jelco, com o número de acordo com o biotipo do paciente. Os jelcos são dispositivos flexíveis onde a agulha é envolvida por um mandril flexível, após a punção, a agulha é retirada ficando na luz da veia apenas o mandril. São numerados em números pares do 16 (maior e mais calibroso) até o 26 (menor e mais fino).
Da Esquerda para a Direita:
Jelco 16: Adolescentes e Adultos, cirurgias importantes, sempre que se deve infundir grandes quantidades de liquidos. Inserção mais dolorosa, exige veia calibrosa.
Jelco 18: Crianças mais velhas, adolescentes e adultos. Administrar sangue, hemoderivados e outroas infusões viscosas. Inserção mais dolorosa, exige veia calibrosa.
Jelco 20: Crianças, adolscentes e adultos. Adequado para a maioria das infusões venosas de sangue e outras infusões venosas (hemoderivados).
Jelco 22: Bebês, crianças, adolescentes e adultos (em especial, idosos). Adequado para a amioria das infusões. É mais fácil de inserir em veias pequenas e frágeis, deve ser mantida uma velocidade de infusão menor. Inserção difícil, no caso de pele resistente.
Jelcos, 24 e 26: RN's, bebês, crianças, adolescentes e adultos (em especial, idosos). Adequado para a maioria das infusões, mas a celocidade de infusão deve ser menor. É ideal para veias muito estreitas, por exemplo, pequenas veias digitais ou veias internas do antebraço em idosos.
Ou/e
Scalp: Dispositivo tipo "butterfly" ou "borboleta", agulhado, mais utilizado para infusões venosas que deverão permanecer por menor tempo, pois, com este tipo de dispositivo a agulha permanece dentro da veia e por ser rígida, caso o paciente movimente o local da inserção, pode lesionar a veia, causando infiltração com edema, o que leva a necessidade da realização de outra punção em outro lugar, pois "perde-se a veia". Esses dispositivos são numerados em números ímpares do 19 (agulha maior e mais calibrosa) ao 25 (agulha menor e menos calibrosa).
Sistema a Vácuo:
Sistema a Vácuo:
Postado por
Ciência Bella - Onde as Ciências da Saúde e da Beleza andam juntas, são sinérgicas.
às
15:25
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A Importância do Cuidar em Enfermagem
Cuidar do outro com o mesmo respeito, atenção, ética, amor, responsabilidade e empenho com os quais gostaríamos que cuidassem de nós sempre que estamos fragilizados por "patologias", de forma que, quando olharem pra nós não vejam-nos apenas como "este paciente tem a doença tal", mas sim, que cuidem de nós considerando-nos como realmente somos, seres bio-psico-sociais, lembrando que quando estamos internados em um hospital seja porque motivo for, "deixamos uma vida la fora", seja a famílila (esposa, filhos, pais, netos, etc...), seja o trabalho, sejam até mesmo as dívidas, as contas a pagar, e que a estadia hospitalar "quebra" uma rotina de vida "normal", principalmente que acontece de forma emergencial, e, a ENFERMAGEM como a classe profissional "que passa 24 horas por dia" ao lado do paciente (cliente), é quem tem a oportunidade mais rica e que não pode ser negligenciada de realizar esse "olhar holístico" e a "humanização" do atendimento, que, com certeza, em muito pode contribuir para a melhora desse paciente.
É por esse motivo que inicio este blog, pois para estarmos preparados para cuidar do outro precisamos preparar-nos, buscar e crescer no conhecimento teórico-prático da ENFERMAGEM, essa profissão que é também a arte de cuidar do outro, assim como menciona FIGUEIREDO:
"Com essa compreensão, podemos afirmar que a enfermagem é uma profissão de amplas atividades e abordagens, não podendo ser entendida apenas pela virtude da técnica, mas sim da prática científica, social, política, econômica, ética e estética _ que culmina numa arte de cuidar. Como afirma Nigthingale, somos aqueles que criam condições para que o cliente se recupere, enquanto o escultor trabalha o mármore frio desenhando e dando forma, a Enfermagem trabalha o corpo quente -vivo para que a natureza exerça sua cura"
Que responsabilidade tem a Enfermagem nas mãos... cuidar, propriciando as melhores condições no ambiente do cliente (limpeza, arejamento, som, iluminação, organização), e os melhores cuidados (rigor asséptico, segurança do paciente e do profissional, prevenção, administração de medicamentos e cuidados prescritos pela enfermagem e, a observação dos resultados alcançados) para que o corpo do cliente receba, da melhor forma possível, todas as condições terapêuticas possíveis e indispensáveis para entrar em processo de cura, e, quando apesar de todos os esforços essa cura não for mais possível, receber condições de conforto e cuidados que minimizem tanto quanto possível sua dor, medo e sofrimento, confortando-o, ouvindo-o, enfim... realizando como uma arte o oficio do cuidar.
É por esse motivo que inicio este blog, pois para estarmos preparados para cuidar do outro precisamos preparar-nos, buscar e crescer no conhecimento teórico-prático da ENFERMAGEM, essa profissão que é também a arte de cuidar do outro, assim como menciona FIGUEIREDO:
"Com essa compreensão, podemos afirmar que a enfermagem é uma profissão de amplas atividades e abordagens, não podendo ser entendida apenas pela virtude da técnica, mas sim da prática científica, social, política, econômica, ética e estética _ que culmina numa arte de cuidar. Como afirma Nigthingale, somos aqueles que criam condições para que o cliente se recupere, enquanto o escultor trabalha o mármore frio desenhando e dando forma, a Enfermagem trabalha o corpo quente -vivo para que a natureza exerça sua cura"
Que responsabilidade tem a Enfermagem nas mãos... cuidar, propriciando as melhores condições no ambiente do cliente (limpeza, arejamento, som, iluminação, organização), e os melhores cuidados (rigor asséptico, segurança do paciente e do profissional, prevenção, administração de medicamentos e cuidados prescritos pela enfermagem e, a observação dos resultados alcançados) para que o corpo do cliente receba, da melhor forma possível, todas as condições terapêuticas possíveis e indispensáveis para entrar em processo de cura, e, quando apesar de todos os esforços essa cura não for mais possível, receber condições de conforto e cuidados que minimizem tanto quanto possível sua dor, medo e sofrimento, confortando-o, ouvindo-o, enfim... realizando como uma arte o oficio do cuidar.
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